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Beleza e metaverso: o que a indústria de cosméticos já está fazendo on-line

Beleza e metaverso: o que a indústria de cosméticos já está fazendo on-line

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A indústria da beleza tem investido pesado em experiências virtuais – consequência do ato de testar produtos aliados à aptidão de diversão do mercado. Pelo outro lado, segundo especialistas, é menos colecionável do que a moda e acaba estando menos presente nos games. Marcas de beleza que desejam se estabelecer no metaverso precisam incluir isso no seu planejamento de marketing, terem expectativas flexíveis e estarem dispostas a fazer abordagens locais.

“O metaverso está começando a ser adotado por consumidores de beleza, mas ainda é tão tímido quanto o uso de filtros de realidade aumentada. No outro extremo do espectro, esses mesmos consumidores já podem estar prontos para comprar um NFT de uma marca de beleza”, diz Abi Buller, repórter do The Future Laboratory, consultoria de previsão estratégica com sede em Londres.

A oportunidade pode ser significativa. “Os jogos são muito mais populares do que muitas pessoas imaginam, especialmente entre as mulheres”, explica Lisa Hau, COO da Bidstack, empresa de tecnologia de publicidade em jogos. Ela observa que é um equívoco crer que apenas adolescentes e jovens joguem, referindo-se a uma pesquisa do Índice Mundial Global que mostra que, em 2021, 53% dos fãs de beleza indústria  jogaram ou baixaram ao menos um jogo grátis. Alcançar os consumidores de cosméticos de forma autêntica e oferecer-lhes valor real é o próximo passo.

Muitas marcas de beleza estão adotando uma abordagem híbrida. Entre as comunidades de jogos e esportes eletrônicos estão: Charlotte Tilbury, que patrocinou o Festival Girl Gamer em 2021; a YSL Beauté, do grupo L’Oréal, que fez parceria com a streamer Talia Mar para uma transmissão patrocinada promovendo a fragrância Black Opium; e o microsite Arcade de Estée Lauder, onde os usuários jogam e aprendem sobre o soro Advanced Night Repair da marca. NFTs provaram ser populares também: Clinique, Elf Cosmetics e Nars estão entre as primeiras marcas a comercializá-los no espaço da beleza.

Fonte: Vogue

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