
Reforma Tributária acelera digitalização fiscal e amplia importância da gestão de certificados digitais nas empresas
Webinar gratuito debate como o novo cenário tributário aumenta a necessidade de governança e rastreabilidade sobre identidades digitais corporativas
A implementação da Reforma Tributária no Brasil deve provocar uma profunda transformação tecnológica dentro das empresas. Com a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do Imposto Seletivo, especialistas apontam que a digitalização fiscal tende a ganhar ainda mais complexidade, exigindo maior integração entre sistemas corporativos, plataformas governamentais e processos automatizados.
Nesse contexto, a gestão de certificados digitais passa a ocupar uma posição estratégica para garantir conformidade, continuidade operacional, além de segurança das operações tributárias.
Para discutir o tema, a Redtrust, empresa do grupo Keyfactor especializada em gestão de certificados digitais, realiza o webinar gratuito “Reforma Tributária: por que a gestão de certificados digitais virou tema estratégico?”. O tema será debatido no próximo dia 17 de junho, às 10h.
O evento reunirá especialistas das áreas tributária e de identidade digital para discutir como o novo ambiente regulatório aumenta a necessidade de autenticações digitais e transmissão automatizada de informações fiscais.
Com o avanço de plataformas como SPED, eSocial, DCTFWeb, NF-e e NFS-e, além da tendência de ampliação do cruzamento automatizado de dados pelo Fisco, empresas passam a enfrentar novos desafios relacionados à governança das identidades digitais corporativas.
Segundo a José Luiz Vendramini, Sales Account Manager da Redtrust na América Latina, muitos ambientes empresariais ainda operam com certificados digitais instalados localmente e sem controle centralizado. Isso representa um alto risco, porque não há rastreabilidade. O usuário, com acesso ao certificado, pode se passar pelo proprietário e realizar qualquer operação.
“O novo cenário tributário exige das empresas não apenas adaptação fiscal, mas também maturidade tecnológica e governança digital”, destaca. “O certificado digital passa a ser um ativo crítico para a continuidade das operações”, completa.
Na prática, isso pode gerar vários riscos, entre eles estão a indisponibilidade de operações fiscais; as falhas em autenticações e assinaturas; o vencimento não controlado de certificados; a exposição a acessos indevidos; as interrupções em integrações automatizadas; e riscos de compliance e auditoria.
A expectativa do mercado é que a Reforma Tributária acelere investimentos em automação fiscal, integração de APIs, segurança digital e plataformas de governança corporativa.

