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Aumento do Imposto de Importação Ameaça Mercado Solar no Brasil

Aumento do Imposto de Importação Ameaça Mercado Solar no Brasil

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A elevação do imposto de importação de módulos fotovoltaicos de 9,6% para 25%, aprovada na 220ª Reunião do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), gerou grande preocupação no setor de energia solar. A ABSOLAR, Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, considera a medida um retrocesso para a transição energética, podendo resultar em aumento dos custos para consumidores, fuga de capital e fechamento de empresas. O impacto afeta diretamente 281 projetos que somam 25 GW e R$ 97 bilhões em investimentos até 2026.

Riscos para a Transição Energética e a Economia

Segundo a ABSOLAR, a decisão, anunciada durante a COP 29, contraria compromissos internacionais do Brasil em relação ao clima. Projetos ameaçados pela perda do ex-tarifário poderiam gerar mais de 750 mil empregos e evitar a emissão de 39,1 milhões de toneladas de CO2. A entidade destaca que o mercado solar, dependente de equipamentos importados para grandes projetos, enfrentará dificuldades, pois a indústria nacional não tem capacidade para suprir a demanda atual.

Impactos no Setor Solar

Embora o governo afirme que a medida visa fortalecer a indústria local, a ABSOLAR refuta essa justificativa. Atualmente, a produção nacional atende menos de 5% da demanda e não possui certificações exigidas para grandes empreendimentos. Pequenas e médias empresas de instalação são as mais prejudicadas, com risco de fechamento devido ao aumento nos custos operacionais.

Futuro da Energia Limpa no Brasil

Com a nova taxação, o Brasil pode perder competitividade no setor solar, essencial para a diversificação da matriz energética e a redução de emissões de carbono. A ABSOLAR segue atuando para reverter essa medida e proteger o crescimento sustentável da energia solar no país.

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