
Tecnologia BIOLIPOMIX otimiza recuperação de óleo em processos de rendering no Brasil
A tecnologia BIOLIPOMIX chega ao Brasil para otimizar a recuperação de óleo em processos de rendering de subprodutos animais. A solução mantém alta eficiência em temperaturas de até 145°C, superando limitações de enzimas convencionais e elevando a produtividade do setor.
Tecnologia amplia recuperação de óleo e aumenta a eficiência em processos de rendering BIOLIPOMIX mantém desempenho em temperaturas de até 145°C, ampliando a extração de lipídios e o aproveitamento da matéria-prima em processos de rendering TUPEVA (SP) – A busca por maior eficiência operacional, redução de perdas e melhor aproveitamento da matéria-prima tem impulsionado a adoção de novas tecnologias no processamento de subprodutos de origem animal (rendering).
Em um setor em que pequenos ganhos de rendimento representam impactos significativos na produtividade e na rentabilidade, soluções capazes de atuar em condições extremas de processamento tornam-se um diferencial competitivo. O processamento de subprodutos de origem animal representa uma cadeia industrial de grande escala no Brasil.
Segundo a Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), o setor produziu cerca de 6,2 milhões de toneladas de farinhas e gorduras em 2025, das quais aproximadamente 2,2 milhões de toneladas correspondem a gorduras de origem animal. Nesse contexto, aumentar a eficiência na separação e recuperação da fração lipídica torna-se estratégico para ampliar o aproveitamento da matéria-prima.
É nesse cenário que se destaca o BIOLIPOMIX, tecnologia voltada ao aumento da recuperação de óleo nos processos de rendering. A solução já opera no Chile e avança em sua expansão no mercado brasileiro, oferecendo à indústria uma alternativa para superar uma das principais limitações das tecnologias convencionais. Durante o processo de rendering, a matéria-prima é submetida a temperaturas elevadas para a separação da gordura e da proteína.
Enquanto enzimas disponíveis no mercado tendem a perder eficiência em temperaturas próximas de 90°C, o BIOLIPOMIX mantém sua atividade em processos que alcançam até 145°C. Essa estabilidade térmica amplia a janela de atuação da tecnologia ao longo do processo produtivo, favorecendo a recuperação dos lipídios presentes na matéria-prima.
Na prática, esse diferencial resulta em maior extração de óleo, aumento do teor proteico da farinha produzida e melhor aproveitamento econômico dos subprodutos de origem animal, reduzindo perdas industriais e elevando a eficiência operacional das plantas. “Hoje, a indústria de proteína animal busca soluções que combinem produtividade, competitividade e sustentabilidade. O BIOLIPOMIX nasceu justamente para atender essa demanda, permitindo um melhor aproveitamento da matéria-prima e agregando valor aos processos de rendering por meio de uma tecnologia desenvolvida para responder aos desafios reais do setor”, afirma Marcelo Spaziani, CEO da DUX Grupo.
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