
Empresários do G4 Club conhecem fábrica da Fibrafort, líder em produção de barcos na América Latina
Em resumo
Empresários do G4 Club visitaram a fábrica da Fibrafort em Itajaí (SC) para conhecer a linha de produção, inovações tecnológicas e estratégias do maior estaleiro da América Latina.
| Setor | Indústria Náutica |
|---|---|
| Publicado em | |
| Autoria | Redação Indústria S/A |
| Tempo de leitura | 2 min |
Empresários do G4 Club conhecem fábrica de estaleiro líder em produção de barcos na América Latina
Grupo com 80 empresários de diferentes estados do país puderam ver de perto os processos de fabricação da Fibrafort, em Itajaí (SC). Visitantes também puderam navegar em barcos da marca e participar de encontro com o fundador e CEO, Márcio Ferreira, que falou sobre gestão, desafios e as estratégias que levaram o estaleiro à liderança do mercado.
Outubro, 2026 – Oitenta empresários de diferentes estados brasileiros estiveram na fábrica da Fibrafort, em Itajaí (SC), na última quarta-feira (07), para conhecer de perto a operação de um dos principais estaleiros do país e líder na produção de barcos na América Latina. Integrantes do G4 Club, comunidade de desenvolvimento profissional e relacionamento do G4 Educação, voltada a CEOs, donos e fundadores de empresas, eles participaram de um tour completo pelas instalações, puderam ver de perto setores de qualidade e etapas da produção, como laminação, lixamento, acabamento e testes em piscinas, além de conhecerem os barcos prontos e navegarem nos modelos Focker.
A visita também abriu espaço para uma troca de experiências com o fundador e CEO da Fibrafort, Márcio Ferreira, que apresentou a trajetória do estaleiro. Ferreira também compartilhou desafios atuais do setor, como a relação com os clientes em um ambiente cada vez mais influenciado pelas redes sociais e o uso de inteligência artificial na indústria. “Nós materializamos o sonho dos nossos clientes, mas também construímos os nossos próprios sonhos. É uma história construída a muitas mãos”, afirmou.
Para alguns visitantes, a experiência trouxe aprendizados que ultrapassam o setor náutico. Ariane Bigão, da Distribuidora de Bananas Fábio, de Guarulhos (SP), contou que não conhecia a Fibrafort e ficou surpresa com a estrutura e os processos da fábrica. “O mais legal dessa experiência é isso: você sempre pode aprender algo. Mesmo fabricação de barcos e distribuição de bananas aparentemente não tendo nada a ver, dá para aplicar na sua operação”, disse.
Ela destacou que achou muito interessante como o estaleiro usa a inteligência artificial para acompanhar processos, atrasos e aumentar o controle da produção, ferramenta que pretende levar para a própria empresa.
Já Ricardo Pinto, da Run Task, de São Paulo, conhecia a marca há anos e contou que a Focker fazia parte de uma referência pessoal desde que teve contato com um barco da família. “Eu fiquei impressionado com a estrutura. E saber a forma como esse negócio cresceu é mais impressionante ainda”, disse. Para ele, o encontro com Márcio Ferreira também foi um dos pontos altos da experiência. “Eu adoro ver as histórias, principalmente as histórias dos altos e baixos, que todo empresário passa por isso. E eu gostei muito dele”, completou.
Leia também

Conectividade via satélite impulsiona "boat office" e transforma design de embarcações

Marina Itajaí se consolida como vitrine náutica no Sul e impulsiona economia azul, gerando R$ 1,5 bi/mês em salários
Frete marítimo quase 400% mais caro eleva risco de disputas em contratos de importação
