
INBRAPEX expande atuação com novas adesões e foca em economia de baixo carbono e inovação
Redação Indústria S/A
O Instituto Brasileiro do Poliestireno Expandido (INBRAPEX) anuncia a incorporação de cinco novas empresas ao seu quadro de associados, reforçando a articulação da cadeia produtiva nacional. A expansão visa promover a economia de baixo carbono, logística reversa e inovação tecnológica, além de preparar um projeto de educação ambiental.
Ivam Michaltchuk, presidente do
INBRAPEX anuncia expansão com a adesão de cinco grandes players do setor de EPS
Novas associadas reforçam a articulação da cadeia produtiva em torno da economia de baixo carbono, logística reversa e inovação tecnológica; instituto também prepara projeto de educação ambiental para o segundo semestre
São Paulo (SP), julho de 2026 – (INBRAPEX) anuncia a incorporação de cinco novas empresas ao seu quadro de associados: EME Indústria de EPS, Newpop do Brasil, Styropek, Isocil e Termotécnica. As novas integrantes somam-se aos nomes já associados ao instituto - CPE Plásticos, Fibraform, Grupo Copobras, Grupo Isorecort, MEIWA Embalagens e Santa Luzia Molduras. Juntas, essas companhias reforçam a articulação da cadeia produtiva nacional, que busca reunir cerca de 50 empresas operantes com EPS no país, formando uma voz técnica e unificada perante o governo e a sociedade.
O movimento de crescimento acontece após o 1º Encontro Nacional do EPS (ENEPS), realizado em junho de 2026. No evento, o instituto apresentou cases concretos de circularidade e logística reversa já em operação no Brasil, além de um relatório técnico embasado em estudo do CETEA/Unicamp (2018), que mapeia o cenário legislativo nacional e internacional aplicável ao material.
Segundo Ivam Michaltchuk, presidente do INBRAPEX, esse ambiente de transparência e proposição de soluções foi determinante para atrair os novos parceiros ao ecossistema do Instituto. Com mais de duas décadas de experiência em educação ambiental, o executivo lidera a missão de ajudar a transformar a percepção pública sobre o poliestireno expandido (popularmente conhecido como isopor), o posicionando como aliado na transição para uma economia de baixo carbono.
Do ponto de vista técnico, o EPS é composto por 95% de ar e menos de 5% de matéria-prima. Suas características de inércia química, ausência de odor e alta performance em isolamento térmico e acústico explicam sua crescente presença em aplicações de alto valor agregado, como construção civil, cadeia do frio, embalagens técnicas e soluções industriais.
Para além da representatividade corporativa, o INBRAPEX mantém uma frente de atuação prática junto a cooperativas de reciclagem, em total alinhamento com os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O objetivo é fomentar a infraestrutura necessária para que o consumo de EPS seja acompanhado por taxas eficientes de recuperação e reinserção do material na cadeia produtiva.
Próximo passo: INBRAEDUCA
Em 2026, o instituto prepara o lançamento do projeto INBRAEDUCA, com início previsto para agosto. A ação será implementada em escolas de Curitiba e Ponta Grossa (PR), em parceria com o Sinepe-PR (Sindicato das Escolas Particulares). A iniciativa leva os conceitos de economia circular para estudantes do ensino fundamental, com o propósito de formar cidadãos conscientes sobre a separação correta de resíduos e seu destino para a reciclagem.
Com estrutura de governança, inovação e responsabilidade socioambiental, o INBRAPEX reafirma seu compromisso em fortalecer o posicionamento institucional do poliestireno expandido no Brasil, promovendo o desenvolvimento do mercado com base em dados, educação e sustentabilidade.
Tags:inbrapexepspoliestireno expandidosustentabilidadeeconomia circularreciclagem
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