
A Temperatta ocupa um espaço estratégico no mercado ao unir expertise técnica com a crescente demanda do varejo por produtos de alta qualidade sob marca própria.
Estratégia estimula inovação no desenvolvimento de produtos premium, agrega valor e crescimento às redes varejistas, transformando a categoria em diferencial competitivo
O mercado de temperos e especiarias está entre os mais promissores do varejo, mas ainda pouco explorado em todo o seu potencial. Dados do Índice de Desenvolvimento da Marca Própria (IDMP), da Associação Brasileira de Marcas Próprias (ABMAPRO), as redes varejistas que investem em marcas próprias projetam concluir 2025 com R$ 153 bilhões em vendas. Segundo o estudo, essa estratégia de varejo representa, por baixo, 30% do faturamento de 47% das empresas que investem em marcas próprias.
Ainda de acordo com a ABMAPRO, o modelo fideliza consumidores e agrega valor para varejistas, atacadistas e distribuidores, que registram uma média de vendas acima de 20% para 40% das empresas do setor; entre 10% e até 20% para 22,2%; e de até 10% para 37,8%. Estima-se que segmento de alimentação deve faturar R$ 30 bilhões este ano, atrás apenas do setor de vestuário, cuja previsão é de R$ 110 bilhões. Em 2024, esses dois segmentos faturaram R$ 25 bilhões e R$ 96 bilhões, respectivamente.
No segmento de temperos prontos, especiarias, molhos e afins, o cenário não é diferente. Com alto valor agregado — em alguns casos, como o do cravo-da-índia, o custo por quilo pode superar cortes nobres de carne, como a picanha —, a categoria representa uma oportunidade significativa de rentabilidade e diferenciação competitiva para redes de supermercados.
A Temperatta, pioneira em marcas próprias no mercado de especiarias, desde 2021, e referência em soluções para o setor, tem se posicionado como parceira estratégica para o desenvolvimento de marcas próprias em temperos. O suporte consiste em uma assessoria de investimento completa para o cliente, que vai do conhecimento técnico sobre insumos ao design de embalagens, passando por estratégias de promoção e gestão de riscos.
Hoje, a companhia atua em parceria com grandes varejistas como Supermercados BH, Grupo Bahamas, MartMinas, Porcão, entre outros. “Nosso objetivo é mostrar aos varejistas que uma linha de temperos bem estruturada pode ser muito mais do que um complemento de produto. Ela pode se tornar um diferencial competitivo e altamente lucrativo”, afirma o sócio-diretor da Temperatta, Fernando Seabra.
Além de agregar margens relevantes à receita desses varejos, segundo Seabra os temperos e especiarias contribuem para fortalecer a identidade das marcas próprias, fidelizar consumidores e ampliar a percepção de qualidade. “Muitos clientes ainda subestimam o potencial desse segmento. Mas, quando percebem os resultados, entendem que é uma categoria estratégica para consolidar sua presença no mercado”, completa o executivo.
O desenvolvimento de especiarias, temperos, molhos e outros produtos de marcas próprias também representa implemento relevante ao negócio da Temperatta. “Começamos em 2021 com três pequenas redes varejistas e, em 2025, estamos fechando com uma carteira de mil empresas clientes, um crescimento de 400% em relação a 2021. O crescimento global do negócio da Temperatta, em 2025, foi de 26%, em relação a 2024”, pontua Seabra.
Segmentação estratégica para consumidores cada vez mais exigentes
Em 2024, o mercado global de marcas próprias registrou um crescimento de 5,6% nas vendas. Segundo a Nielsen, nos últimos anos esse segmento de marcas próprias no Brasil registrou avanço de 27,2% no valor das vendas, mais que o dobro do crescimento das marcas de fabricantes, que foi de 11,1%. Com cada vez mais espaço no varejo brasileiro, o segmento tem potencial para triplicar a participação do mercado.
E a resposta do consumidor brasileiro a esses produtos tem sido positiva: 45% dos lares já consomem esses produtos, 60% repetem a compra e 21% respondem por metade de todo o gasto no segmento. Esse cenário aponta para um consumidor mais estratégico, que busca preço, qualidade e novas experiências.
Estudos recentes reforçam o potencial do mercado brasileiro: 69% dos consumidores consideram que marcas próprias oferecem produtos de qualidade superior; 62% afirmam que atendem tão bem quanto as marcas tradicionais; e 59% destacam o potencial de economia. Entre os compradores, 21% são fiéis e representam metade do consumo no segmento, com forte presença nas classes A/B.

