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Nova geração de empresários santistas investe na cidade e amplia vendas de café no Brasil

Nova geração de empresários santistas investe na cidade e amplia vendas de café no Brasil

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Negócio familiar aposta em modernização, novos produtos e presença digital para atrair o consumidor sem perder a essência que marca a história

Porto de Santos nos primórdios. Fonte: Revista Cafeicultura

Nessa época o português Sebastião Menezes iniciou uma pequena loja de torrefação e moagem de café – o Rei do Café. O jovem Joaquim Augusto Alves, passou a trabalhar no local e aprendeu sobre torrefação e a moagem do café de forma artesanal.

A partir de 1948 Joaquim passou longos anos adquirindo partes do negócio, que contava com quatro sócios, finalizando a compra total em 1962. Foi por volta dos anos 80 que a segunda geração, com o filho Reinaldo, passou a cuidar do local. “Meu avô, Joaquim, permaneceu acompanhando os negócios do Rei do Café até seu falecimento em 1996”, explica Victor. Desde 2015, ele e o irmão Guilherme estão à frente da marca. Nessa uma década, eles já fizeram parte de muitas alterações do mercado.

Evolução ao longo dos anos 

O café no Brasil tem passado por um processo de mudança e os filhos de produtores e empresas do setor estão retornando para o campo ou para os negócios familiares, assumindo o desafio com as marcas e até de posicioná-las ainda mais no mercado.

No Rei do Café, esse movimento tem se refletido diretamente no crescimento e na ampliação do consumo dentro da loja. Entre as iniciativas estão a curadoria dos cafés especiais, a valorização de novos métodos de preparo e a criação de experiências que aproximam o público do universo do café. A estratégia tem ajudado a fortalecer a identidade da cafeteria como um espaço que une tradição e inovação. 

Victor conta que, no começo dessa nova fase houve, naturalmente, uma resistência, mas sempre implementando novas ideias no desenvolvimento de produtos trouxeram retornos importantes, como o lançamento das cápsulas de café. O Rei do Café seguiu com as novidades na cafeteria, com cafés de pontuações mais altas, novos pratos e com o processo de torra para parceiros e empreendedores locais. Com a chegada de Guilherme a marca expandiu para o universo online, com site e delivery.

Para Victor e Guilherme o objetivo é respeitar a história construída ao longo das décadas, ao mesmo tempo em que se abre espaço para a evolução do mercado de cafés especiais. O resultado é que o Rei do Café segue como referência em Santos — agora com um olhar voltado para o futuro e para o que há de mais novo no setor de café.

Victor conta que, no começo dessa nova fase houve, naturalmente, uma resistência, mas sempre implementando novas ideias no desenvolvimento de produtos trouxeram retornos importantes, como o lançamento das cápsulas de café. O Rei do Café seguiu com as novidades na cafeteria, com cafés de pontuações mais altas, novos pratos e com o processo de torra para parceiros e empreendedores locais. Com a chegada de Guilherme a marca expandiu para o universo online, com site e delivery.

Para Victor e Guilherme o objetivo é respeitar a história construída ao longo das décadas, ao mesmo tempo em que se abre espaço para a evolução do mercado de cafés especiais. O resultado é que o Rei do Café segue como referência em Santos — agora com um olhar voltado para o futuro e para o que há de mais novo no setor de café.

Investimento no setor 

O Rei do Café é uma cafeteria que valoriza as competições e os profissionais baristas. Nos últimos Festival Santos Café, que ocorreram no Centro Histórico de Santos (SP), estiveram na organização da Copa Santista e dos desafios de Latte Art.

No ano passado foram os patrocinadores do Campeonato Brasileiro de Aeropress e esse ano já estão confirmados com o café oficial da Etapa Santista do Aeropress e nas etapas Rio de Janeiro e São Paulo da Copa Hario Brasil.

Como Guilherme e Victor buscam por grãos variados pelo País, a escolha para a Copa Hario Brasil atendeu ao perfil dos melhores provados. O café selecionado para a etapa regional do Rio de Janeiro, que será na cafeteria Chora Café, no dia 13 de maio, é de São Sebastião da Grama, na Região Vulcânica, cultivado por André Stein Carvalho Dias. A etapa de São Paulo ocorre no dia 01 de junho na Casa Hario e terá o café de Rio Paranaíba, no Cerrado Mineiro, cultivado por Thiago Corsi.

“Os campeonatos são espaços fundamentais para o desenvolvimento dos baristas, porque estimulam técnica, criatividade e identidade. Estar presente com nossos cafés nesse ambiente é uma forma de apoiar essa evolução e reforçar o nosso compromisso com a qualidade e com o futuro da profissão. É nesse tempo de preparo e apresentação que os baristas experimentam, inovam e elevam a bebida a outro nível — e poder contribuir com cafés que fazem parte desse processo é motivo de muito orgulho para nós”, pontua Guilherme Mauri.

 

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